
Frustrada. Assim foi a primeira rodada de negociação deste ano com o HSBC, ocorrida na terça-feira (31/01), em São Paulo. Os trabalhadores esperavam que o banco, efetivamente, apresentasse avanços em relação ao pagamento do PPR/PSV, o que não ocorreu.
Embora reconheça as lacunas, a organização financeira informou que não pode alterar o programa de 2011. Um absurdo, já que muitos bancários não recebem PPR/PSV. Como o programa próprio é compensado na PLR (Participação nos Lucros e Resultados), em muitos casos, vale apenas esta remuneração.
Além disso, os empregados reivindicam um pagamento mínimo a todos, independentemente do desempenho, negociação direta com o movimento sindical e não mais somente da comissão interna indicada pelo banco e o fim das metas.
Apesar da importância, por conta do tempo, pontos como Emprego, Saúde e Condição do Trabalho e Previdência Complementar, presentes na pauta, não puderam ser debatidos. Os dirigentes vão procurar o HSBC para definir um calendário de reuniões, a fim de marcar as datas das mesas de negociação, o mais breve possível.
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