
A última sexta-feira, dia 27, foi marcada por uma troca de cargos sem precedentes no segundo escalão do Banco do Brasil (BB). Treze diretorias mudaram de comando, sendo quatro por motivos de aposentadoria. Chamou a atenção o fato de a nova diretoria nomeada não apresentar mulheres no seu quadro, demonstrando que o discurso do banco sobre a equidade de gênero não é colocada em prática. Em nota, a instituição classificou as mudanças como naturais e defendeu que é saudável o rodízio de diretores. Mas de acordo com o Correio Braziliense, pelo menos quatro diretores teriam sido forçados a sair por discordar da política do presidente do banco, Aldemir Bendine do PT e, dessa forma, evitar rebaixamentos. "Tudo o que está acontecendo mostra que o Dida (como Bendine é chamado) está forte", declarou um funcionário do BB ao jornal.
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